Nem toda startup precisa de uma agência.
Algumas precisam de narrativa, sistema e comunidade.
A graao. atua como Head de Conteúdo para startups em crescimento. Trabalhamos lado a lado com fundadores para transformar conhecimento interno em conteúdo estratégico. Não começamos pelo calendário, começamos pela empresa.
A graao. não vende posts. Vende clareza, posicionamento e autoridade.
Por que existimos, em uma página.
Toda startup está construindo alguma coisa. Produtos. Tecnologias. Equipes. Processos. Mas poucas estão construindo uma narrativa na mesma velocidade.
No fim, o mercado não enxerga tudo o que uma empresa faz. Ele enxerga apenas aquilo que ela consegue comunicar. Nós acreditamos que conhecimento guardado perde valor. Histórias não contadas deixam oportunidades para concorrentes.
Empresas extraordinárias merecem ser compreendidas antes de serem admiradas. Por isso existimos. Para encontrar o que realmente importa. Organizar. Dar forma. E transformar tudo isso em conteúdo que faz uma startup ser lembrada.
Porque toda grande empresa começou como um pequeno grão. E todo grão merece crescer.
A estratégia por trás do nosso posicionamento: para quem falamos e como nos comportamos.
A graao. não substitui sua equipe de marketing. Também não substitui um social media. Nós ocupamos um espaço que normalmente não existe dentro das startups.
Somos responsáveis por pensar, organizar, planejar, encontrar histórias e definir narrativas. Enquanto a sua equipe executa, nós garantimos que exista uma direção. Somos o Head de Conteúdo.
Gostamos de método. Gostamos de boas histórias. Acima de tudo, gostamos de pessoas inteligentes construindo coisas importantes.
Criada exclusivamente para startups, principalmente entre Seed e Série A. Equipes de 20 a 120 colaboradores.
Essas empresas normalmente já possuem time (marketing, designer), mas ainda não possuem alguém pensando exclusivamente na estratégia. Entramos para complementar, não para substituir.
Nosso trabalho acontece em quatro etapas. Porque grandes conteúdos não aparecem em briefings, aparecem na rotina.
Conhecemos a empresa. Visitamos o escritório. Conversamos com fundadores. Tomamos café. Assistimos reuniões. Observamos processos. Porque grandes conteúdos aparecem na rotina.
Depois organizamos tudo. Encontramos histórias, aprendizados, diferenciais, opiniões e cultura. Transformamos tudo isso em uma linha editorial sólida.
Só então produzimos. Carrosséis. Posts. Conteúdo pensado para gerar autoridade. Não seguimos tendências. Construímos repertório.
A startup muda. O produto muda. O mercado muda. Toda produção gera novos aprendizados, e esses aprendizados alimentam a próxima estratégia.
A maioria trabalha por reunião. Nós preferimos trabalhar por convivência.
As melhores histórias aparecem quando ninguém percebe que elas estão acontecendo. É por isso que começamos por Belo Horizonte. Queremos atender poucas startups, mas conhecê-las profundamente. Poucos clientes. Muito envolvimento.
O rigor de sistema (Referência A). Como transformamos conhecimento em ativos repetíveis e previsíveis.
Cinco camadas que dão nome à marca e diferenciam a proposta de qualquer agência genérica de conteúdo.
Não é um fluxo genérico. É o sistema que transforma captação em um mês inteiro programado sem apagar incêndios.
A premissa: Nada começa sem a reunião de pensamento estratégico. Entender o negócio do cliente, objetivos, público, e métricas. A máquina só roda depois que isso está alinhado.
As vozes da graao. Aqui, a regra do Brandbook exige a Referência B (Energia de Personagem).
A marca dividida em três vozes. As imagens agora fluem naturalmente sobre o gradiente base.
Bianca observa e interpreta (Energia vertical, estável e introspectiva).
Íris desmonta e explica (Energia diagonal, técnica e provocadora).
Sol aproxima e movimenta (Energia aberta, expansiva e calorosa).
Juntas representam a lógica: uma história que merece ser contada, um sistema que a faz funcionar, e uma comunidade que a faz circular.
A energia vertical. Bianca é a responsável pela Narrativa. Com proporções mais sóbrias e um figurino que mistura tricô texturizado verde-água e gola alta, ela comunica segurança, inteligência e tranquilidade.
Sua postura é observadora. O peso está na perna de trás, o caderno nas mãos, o olhar perspicaz através de óculos arredondados finos. Ela nunca parece apressada. Bianca não fala por falar; ela lê as entrelinhas e encontra o diferencial de cada fundador.
A energia diagonal. Íris é quem entende de Sistema. Ela é pragmática, independente e traz um toque de irreverência com o moletom cropped lilás e o fone de ouvido deitado sobre os ombros.
Seu olhar é direto. Seu corpo tem ângulos soltos e confortáveis, revelando autonomia e foco técnico. Ela desmonta as grandes ideias de Bianca e cria os fluxos para que as peças funcionem de maneira escalável, sem depender de sorte ou intuição.
A energia expansiva. Sol é a pura manifestação da Comunidade. Seu cabelo volumoso, o sorriso aberto e o conjunto mostarda/amarelo limoncello irradiam proximidade e acolhimento.
A postura de Sol é projetada para fora. Um braço aberto, acenando ou apresentando. Ela domina a interação social, aproximando as histórias (Bianca) e os processos (Íris) das pessoas reais do outro lado da tela.
O rigor Pantone voltando. Como identificar e abordar a startup correta.
Quem entra na mira (e quem fica fora).
Uma lista curada e verificada de startups do ecossistema mineiro que batem com o ICP — o núcleo para você começar a se rodear, tomar café e construir relacionamento.
| Empresa | Segmento | Núcleo | Site | CEO / LinkedIn | Nota Graao | Próxima ação |
|---|
Como priorizar e o que dizer na primeira conversa, sem forçar venda.
Acima de 80 pontos = Abordar primeiro.
| CEO ativo | 10 |
| LinkedIn forte | 10 |
| Marketing pequeno (1–5 pessoas) | 10 |
| Time comercial estruturado | 10 |
| Estágio Seed / Série A | 20 |
| Usa / cita IA no produto | 10 |
| Modelo SaaS B2B | 10 |
| Blog fraco ou desatualizado | 10 |
| Conteúdo geral fraco | 10 |
Blog e conteúdo fracos pontuam a favor — é a lacuna que a Graao preenche.
Sem anexo, sem proposta, sem preço. Mostrar dever de casa.
"Olá, [Nome]. Acompanho a empresa de vocês e percebi um padrão: vocês comunicam muito bem o produto, mas quase não exploram a visão dos fundadores. Analisei alguns materiais e identifiquei oportunidades que podem gerar demanda. Se fizer sentido, posso mostrar em uma conversa de 20 min — ou um café, já que estamos em BH."
O argumento final para fechar contratos consultivos e sistêmicos.
Hoje, startups medem sucesso por alcance social. Nos próximos anos, aparecer em respostas de ChatGPT, Gemini e Claude vai pesar tanto quanto o Google. Posicionar a Graao como quem constrói autoridade para pessoas e para IAs é ocupar um espaço vazio.
A estética tratada como sistema: cores pantone, tipografia oficial, links de download e comportamento de UI.
Nada de cor "âncora" carregando as outras. A graao. fala em três frentes — Narrativa, Sistema, Comunidade — e cada uma tem sua própria cor, funcionando sozinha (persona, tag, seção inteira) e em harmonia quando as três aparecem juntas.
Racional: o verde-âncora do brandbook anterior fazia sentido quando a graao. precisava provar peso e seriedade. Hoje o desafio é outro: três frentes de conteúdo (narrativa, sistema, comunidade) precisam ser reconhecíveis à distância, inclusive isoladas — um Reel sobre bastidor de IA não pode "pedir emprestado" a mesma cor de um carrossel sobre a história do fundador. Por isso cada pilar ganha amostra própria, com escala tonal de 5 passos (fundo claro → texto-forte), o suficiente para carregar uma peça inteira sozinho sem depender do preto ou de um verde "principal". Preto e branco seguem como estrutura — nunca como quarta cor de marca.
Vínculo com o moodboard: as três bases não foram escolhidas soltas — vêm direto da cartela Pantone de referência (317 C, 7443 C, 122 C). O amarelo-limoncello é match exato (#FED141). O verde e a lavanda foram levemente aprofundados em relação à cartela original — mais saturação para funcionar como cor de marca em fundo branco, sem perder a família de tom pastel que dá o ar de leveza ao moodboard. A escala de "fundo" claríssimo de cada especíme é a versão mais fiel ao hex original da Pantone.
Contamos a narrativa do fundador, construímos o sistema de conteúdo e cultivamos a comunidade ao redor.
Serifada itálica para wordmark, títulos de destaque e nome das personas — o mesmo traço elegante e um pouco brincalhão do moodboard de referência. Sans-serif neutra para leitura corrida. Mono para tudo que é rótulo, sistema ou dado.
Construímos posicionamento digital, sistema de conteúdo com IA e comunidade — três frentes, uma marca.
Duas famílias (serifa + sans) já resolveriam hierarquia visual. A terceira família — mono-space — existe porque o pilar Sistema precisa de um vocabulário visual que pareça "dado", não "marketing": hex codes, nomes de etapa, métricas. Usar Inter para isso apagaria justamente a diferença que a marca quer manter entre discurso (Inter) e processo exposto (JetBrains Mono).
Pill totalmente arredondado. Primário em gradiente com os três pilares; secundário em contorno, para contextos com menos hierarquia (ex.: dentro de um card já colorido).